segunda-feira, janeiro 19, 2004

Enviei à correspondente do bimba em Pequim um exemplar do livro do Pipo. Recebo agora notícias de que o pacote foi violado, tendo chegado às mãos da minha colega com um largo rasgão no centro.
É caso para dizer que o pacote do pipo está roto... Snif... Snif...
Better watch your back.

(Viram só a subtileza com que vos recordo da existência de determinado livro? Vamos lá, toca a comprar já antes que esgote. E se comprar agora, recebe um magnífico trem de cozinha e um massajador facial totalmente grátis!)

sábado, janeiro 17, 2004

Não vou ao cinema. Não vou, não vou e não vou, prontos! O último filme que vi no cinema foi o "Doidos por Maria", interpretado por uma mocetona quase tão gira como eu mas com metade dos meninos atrás dela. Agora prefiro alugar DVD’s e ver os filmes no aconchego do lar. Ontem vi "A mesinha de cabeceira", com John Bobbit e Lorena Butcher. Trata-se de um thriller inspirado numa história verídica e que fala de sadomasoquismo levado ao extremo. Atrevo-me a aconselhá-lo. O sadomasoquismo, é claro!
Vou só ali comprar um cutelo e já volto.

quarta-feira, janeiro 07, 2004

Lembram-se da minha promessa de apresentar aqui, no bimba, um artigo chatérrimo (ai, tiaaa, tá a ver?), à imagem de todos os que escrevo, sobre as palavras blogue, blogosfera e blogueador, elaborado por duas das servas minhas? Pois bem, parece que aquelas maganas têm andado entretidas com os moçoilos da universidade e deixaram-me desamparada. O pior de tudo é que nem escrevem o artigo que lhes pedi nem me arranjam um rapazola novinho, fresquinho e puro – nunca com menos de 18 anos, entenda-se, que isto não anda para brincadeiras – para alegrar os meus tempos mortos. Vá lá, meninas! Nem me importava de ficar com aquele menino de óculos, tímido, rechonchudo e um pouco feio, o chamado marrão da turma, ao qual ninguém passa cartucho.
Estaria apenas a retribuir o que um dia alguém fez por mim…
O episódio de segunda-feira do 'Morangos com Açucar' foi excelente. Nem faltou o chantilly!
O sofredor Ponto e a Vírgula Guiducha dedicaram-me um post a quatro mãos que me fez estremecer com suores frios. Ai ai… Sinto-me tão vaidosa! Adoro quando se lembram de mim, adoro quando escrevem sobre mim, quando me citam nos seus textos.
Sim, se há coisa que eu aprecio é que me citem. Ui ui…

terça-feira, janeiro 06, 2004

“Na balança da Justiça, o prato do dia é feijoada com linguiça. Se o futuro é incerto, consultem o vidente Alberto. Tristezas não pagam fianças, muito menos prisões preventivas. Palavras leva-as o juiz e o vento não traz felicidade.”
(Todos temos a nossa cruz, mas nenhuma é tão grande quanto a do Carlos, Cachalotte, 2004).

domingo, janeiro 04, 2004

Ontem, um amigo dizia-me que tinha experimentado a pedra. Em muitos anos de vida tal não havia feito e isso adiara o inevitável estado de cuspir fininho. Com essa pedra, talvez inspirado pelo novo estádio do Sporting de Braga, apanhou a dita pedrada que o fez semicerrar os faróis e sentir como se estivesse a andar numa montanha russa. A convivência com a pedra é um processo moroso e requer alguma técnica, nomeadamente no que à arte de queimar e enrolar diz respeito. Mas nada de dramas: umas aulinhas cá da bimba e ficas um expert na matéria, you know what i mean?

sábado, janeiro 03, 2004

Graçolas sem graça e a roçar a desgraça

- Quero um pennascostas.
- Há quanto tempo querias dizer isso?
- Há alguns minutos, mas sabes que esta gaguez é te-terrível…
- Com que então pennascostas?
- Um pennascostas.
- Não quererás antes dizer um pontapé nas costas?
- Ou isso… Mas não sei se estou preparada… Achas que vai doer?
- Não tanto como o biqueiro que vais levar nas fuças se não parares com a merda da conversa. Irra, mulher chatinha…
Pergunta obrigatória do ano: até quando vais continuar a escrever estas patacoadas sem pés nem cabeça?
Lema para 2004: a post a day even though i’ve got nothing interesting to say.

quinta-feira, janeiro 01, 2004

Esclarecimento do dia: É natural que uma carta anónima conte para um processo. Também é normal que O Processo seja desconhecido e que os arguidos morram todos no fim da história sem que venham a tomar conhecimento do seu conteúdo. Mas também o que é que isso interessa? O importante é que existe um Processo que está em andamento (?).
Kafka revelou ser um tipo com visão ao antecipar esta novela portuguesa. Ou então era vidente nas horas vagas. Só há uma coisa que não bate certo: aqui, temos K’s a mais…
Cenas de uma vida por viver

- Qual foi a tua canção favorita do ano passado, mori?
- Foi aquela: I´m still, I´m still Carlos from the block, despite of the implant, still have a little cock…

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